Facebook
Twitter
WhatsApp
Threads
Dra. Sabryna Lucena Endocrinologista; endocrinologista em Brasília; Programa Escolha Certa; tratamento para obesidade baseado em evidências; emagrecimento saudável com acompanhamento; tratamento para menopausa e climatério; ajuste hormonal mulheres 40+; endocrinologista para tratamento de tireóide; reversão de gordura no fígado (esteatose); controle de pré-diabetes e colesterol; síndrome dos ovários policísticos - SOP; médica especialista em metabolismo; bioimpedância consulta Brasília; tratamento ético para perda de peso; equipe multidisciplinar para emagrecimento; acompanhamento médico para obesidade crônica;obesidade como doença crônica

Endocrinologista que Trata a Obesidade como Doença Crônica

Você já se sentiu julgada ao procurar ajuda para emagrecer? Já ouviu que bastava “fechar a boca” e “ter mais força de vontade”? Se você viveu isso, eu preciso lhe dizer uma coisa logo no início: a obesidade como doença crônica é um fato reconhecido pela medicina, e não uma falha de caráter. Enquanto a sociedade insiste em tratar o excesso de peso como preguiça, a ciência mostra, há décadas, que estamos diante de uma condição complexa, multifatorial e que exige acompanhamento sério e contínuo.

Ao longo da minha trajetória como endocrinologista, percebi que muitas pacientes chegam ao meu consultório exaustas. Elas já tentaram dezenas de dietas, compraram promessas milagrosas e, no fim, carregam não apenas os quilos que voltaram, mas também a culpa por acharem que o problema é delas. Meu objetivo neste texto é mostrar por que buscar um profissional que compreende a natureza crônica da obesidade muda completamente os resultados — e por que o acompanhamento de longo prazo é o caminho mais seguro e humano para a sua saúde.

Por que a obesidade é considerada uma doença crônica?

A obesidade é classificada como doença crônica pela Organização Mundial da Saúde e por entidades científicas como a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO) e a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Isso significa que ela tem causas múltiplas, tende a persistir ao longo do tempo e exige manejo contínuo, assim como ocorre com a hipertensão ou o diabetes.

Quando falamos em causas múltiplas, estamos considerando fatores genéticos, hormonais, metabólicos, comportamentais, emocionais e ambientais. O corpo possui mecanismos de defesa que dificultam a perda de peso e favorecem o reganho. Após emagrecer, o organismo reduz o gasto energético e altera a produção de hormônios que controlam a fome e a saciedade, como a leptina e a grelina. Em outras palavras: o corpo “luta” para voltar ao peso anterior. Isso não é falta de disciplina — é biologia.

Compreender esse mecanismo é libertador. A partir do momento em que entendemos que a obesidade não se resolve com uma intervenção pontual, deixamos de buscar soluções rápidas e passamos a construir uma estratégia sustentável. É exatamente por isso que o tratamento precisa de tempo, método e acompanhamento.

O que significa tratar a obesidade como doença crônica na prática?

Tratar a obesidade como doença crônica significa abandonar a lógica da dieta relâmpago e assumir um compromisso de cuidado contínuo. Ninguém toma remédio para pressão alta por duas semanas e espera que o problema desapareça para sempre. Com a obesidade, o raciocínio é o mesmo.

No meu consultório, trabalho com três pilares que considero indissociáveis: o comportamental, o emocional e o medicamentoso. Explico cada um deles:

Pilar comportamental: envolve a construção de hábitos reais e viáveis para a sua rotina. Não adianta prescrever um plano impossível de ser seguido. Avalio sono, nível de atividade física, organização das refeições e a relação da paciente com a comida. Pequenas mudanças sustentáveis valem mais do que grandes restrições insustentáveis.

Pilar emocional: aqui mora um dos pontos mais negligenciados. Ansiedade, estresse, compulsão alimentar e episódios de “comer emocional” têm raízes profundas. Ignorar esse aspecto é tentar tapar o sol com a peneira. Por isso valorizo tanto o apoio psicológico dentro do processo.

Pilar medicamentoso: quando indicado, utilizo medicamentos aprovados pelas agências regulatórias e validados pela ciência. Não trabalho com fórmulas manipuladas sem comprovação, nem com “receitas secretas”. A medicação é uma ferramenta de apoio, usada com critério e sempre associada aos demais pilares.

Como a avaliação endocrinológica identifica as causas do ganho de peso?

Muitas pacientes acreditam que o ganho de peso é apenas uma questão de ingestão de calorias. A realidade é mais complexa. Como endocrinologista, investigo fatores que frequentemente passam despercebidos em avaliações superficiais.

Doenças da tireoide, por exemplo, podem alterar o metabolismo de forma significativa. O hipotireoidismo, quando não controlado, favorece o cansaço e o ganho de peso. A síndrome dos ovários policísticos (SOP) está associada à resistência à insulina e a maior dificuldade de emagrecimento. A própria resistência à insulina, presente em muitos quadros de pré-diabetes, é um fator metabólico importante que precisa ser identificado e tratado.

Além disso, a obesidade costuma vir acompanhada de consequências que exigem atenção, como a gordura no fígado (esteatose hepática), o colesterol elevado e a pré-diabetes. Reverter a esteatose, controlar o perfil lipídico e evitar a progressão para o diabetes tipo 2 são metas concretas que vão muito além do número na balança.

Para enxergar o quadro completo, utilizo o exame de bioimpedância na avaliação. Ele me permite entender a composição corporal da paciente — quanto é massa muscular, quanto é gordura, como está a distribuição corporal. Esse dado é fundamental, porque o objetivo nunca é apenas “pesar menos”, mas melhorar a saúde e a composição do corpo de forma inteligente.

Por que dietas da moda e soluções rápidas fracassam?

Se as dietas restritivas funcionassem a longo prazo, ninguém precisaria recomeçá-las a cada janeiro. O fracasso das soluções rápidas não é culpa de quem as tenta — é uma consequência previsível do descompasso entre a promessa e a biologia.

Dietas extremamente restritivas geram perda de peso inicial, muitas vezes às custas de massa muscular e água. Em seguida, o metabolismo desacelera, a fome aumenta e o reganho acontece. Esse ciclo repetido, conhecido como efeito sanfona, pode ser prejudicial à saúde e ainda mais frustrante do ponto de vista emocional.

O reganho de peso frustra milhares de pessoas justamente porque elas tentam tratar um problema crônico com soluções pontuais. É como querer resolver uma condição que acompanha a vida inteira com uma medida que dura poucas semanas. O caminho é outro: constância, acompanhamento e ajustes ao longo do tempo.

Qual a importância do acompanhamento multidisciplinar no emagrecimento?

Nenhum profissional, isoladamente, consegue dar conta de todas as dimensões da obesidade. Por isso acredito tanto no trabalho em equipe. A medicina atua em uma frente; a nutrição, em outra; a psicologia, em outra; e a atividade física, em mais uma. Quando essas áreas conversam entre si, os resultados são mais consistentes e duradouros.

Foi pensando nisso que estruturei o Programa Escolha Certa, um acompanhamento multidisciplinar de quatro meses. Nesse período, a paciente conta comigo, como endocrinologista, e também com nutricionista, psicóloga e educadora física. Caminhamos juntas, ajustando o metabolismo, os hábitos e a relação com a comida de forma próxima e integrada.

Para quem já atingiu suas metas e deseja manter os resultados, existe o Programa Fidelidade, voltado à continuidade do cuidado. Afinal, tratando a obesidade como doença crônica, a manutenção é tão importante quanto a fase inicial de perda de peso. Manter o resultado exige estratégia, assim como conquistá-lo.

Gosto de dizer que eu mostro o caminho, mas quem percorre é a paciente. Essa divisão de responsabilidade é o que torna o processo real. Não existe mágica, existe parceria.

Como a transição da menopausa afeta o peso das mulheres 40+?

Esse é um tema que recebo com frequência no consultório. A partir dos 40 anos, muitas mulheres percebem mudanças importantes no corpo, mesmo mantendo os mesmos hábitos de sempre. A queda dos níveis de estrogênio durante o climatério e a menopausa influencia a distribuição da gordura corporal, favorecendo o acúmulo na região abdominal, e pode contribuir para a perda de massa muscular.

Além das alterações hormonais, essa fase costuma vir acompanhada de sintomas como alterações do sono, variações de humor, ondas de calor e redução da disposição. Tudo isso impacta a rotina, os hábitos alimentares e o metabolismo. Não é raro que a mulher se sinta frustrada ao perceber que estratégias que funcionavam antes já não trazem o mesmo resultado.

O tratamento para menopausa e climatério, quando necessário, deve ser conduzido de forma individualizada e baseada em evidências. O ajuste hormonal para mulheres 40+ não é uma receita única; depende da história de cada paciente, dos exames e de uma avaliação cuidadosa de riscos e benefícios. Minha abordagem sempre considera a mulher por inteiro: seu metabolismo, seus hormônios, sua qualidade de vida e seus objetivos.

O que diferencia um tratamento ético para perda de peso?

Essa pergunta é central para mim. Um tratamento ético é aquele que coloca a saúde da paciente acima de qualquer interesse comercial. Faço questão de não ter parcerias comerciais com farmácias ou laboratórios. Isso significa que minhas prescrições se baseiam exclusivamente no que há de mais seguro e validado pela ciência, sem qualquer conflito de interesse.

Trabalho apenas com medicamentos aprovados e de farmácia, sem fórmulas manipuladas sem comprovação ou substâncias de eficácia duvidosa. A transparência é um princípio inegociável. A paciente tem o direito de entender o raciocínio por trás de cada decisão clínica, e eu me dedico a explicar cada etapa.

Outro ponto que valorizo é a disponibilidade. Minhas consultas têm, em média, uma hora, porque acredito que a escuta atenta faz parte do tratamento. Além disso, ofereço suporte contínuo para dúvidas do dia a dia, para que a paciente não se sinta sozinha entre uma consulta e outra. Esse acompanhamento próximo faz toda a diferença em uma condição crônica.

Minha formação sustenta essa abordagem. Tenho base sólida em Clínica Médica, especialização em Endocrinologia e pós-graduação em Nutrologia pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN). A vivência em serviços de alta complexidade, incluindo o cuidado de pacientes diabéticos complexos e em acompanhamento pós-cirurgia bariátrica, me ensinou a enxergar cada caso em sua totalidade.

Quando procurar um endocrinologista em Brasília?

Se você luta contra o peso há anos, se já tentou soluções que não se sustentaram, se percebe alterações no corpo após os 40 anos ou se recebeu diagnósticos como pré-diabetes, gordura no fígado, colesterol elevado ou SOP, é hora de buscar acompanhamento especializado. Esses sinais indicam que o corpo precisa de uma avaliação mais profunda do que uma simples recomendação de dieta.

Como endocrinologista em Brasília, atendo mulheres e homens que desejam cuidar da saúde de forma séria e duradoura. O primeiro passo costuma ser a avaliação individual, na qual investigamos as causas, definimos metas realistas e traçamos o plano mais adequado para o seu caso.

Por que confiar neste conteúdo?

Este artigo foi redigido com base nas principais diretrizes e evidências científicas da área, garantindo informações confiáveis e alinhadas à ética médica. As fontes e a expertise que fundamentam este conteúdo incluem:

  • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) sobre o manejo das doenças endócrinas e metabólicas.
  • Recomendações da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO) a respeito da obesidade como doença crônica.
  • Orientações da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), base da minha formação em Nutrologia.
  • Consensos internacionais da Endocrine Society e da American Diabetes Association (ADA) sobre controle metabólico e pré-diabetes.
  • A experiência clínica da Dra. Sabryna Lucena (CRM-DF 20912 / RQE 12481), com formação em Clínica Médica, Endocrinologia e Nutrologia, e atuação em casos de alta complexidade.

Dessa forma, as informações aqui apresentadas seguem as evidências mais recentes e os princípios da medicina ética e baseada em ciência.

Perguntas frequentes sobre o tratamento da obesidade

A obesidade tem cura?
A obesidade é uma doença crônica e, por isso, falamos em controle e remissão, e não em cura definitiva. Com acompanhamento adequado, é possível alcançar e manter resultados consistentes ao longo da vida, melhorando a saúde de forma significativa.

Quanto tempo dura o tratamento para obesidade?
Por se tratar de uma condição crônica, o acompanhamento é contínuo. A fase inicial de perda de peso tem duração variável, mas a manutenção dos resultados exige cuidado prolongado. Programas estruturados, como o acompanhamento de quatro meses, oferecem a base para essa jornada.

Preciso usar medicação para emagrecer?
Nem sempre. O uso de medicamentos é avaliado individualmente, conforme o quadro clínico, e sempre associado às mudanças comportamentais e emocionais. Quando indicados, utilizo apenas medicamentos aprovados e validados pela ciência.

A bioimpedância é importante no acompanhamento?
Sim. A bioimpedância avalia a composição corporal, mostrando a proporção de massa muscular e gordura. Isso permite um acompanhamento mais preciso, já que o objetivo vai além do peso na balança e inclui a melhora da saúde e da composição do corpo.

A menopausa engorda?
As alterações hormonais do climatério e da menopausa favorecem o acúmulo de gordura abdominal e a perda de massa muscular, o que dificulta o controle do peso. Com acompanhamento adequado, é possível manejar essas mudanças e preservar a qualidade de vida.

Dê o primeiro passo em direção a uma saúde duradoura

Encarar a obesidade como doença crônica não é um motivo de desânimo — pelo contrário, é a chave para enfim tratar a condição com a seriedade que ela merece. Quando deixamos de lado as soluções rápidas e abraçamos um acompanhamento consistente, ético e humano, os resultados se tornam reais e sustentáveis.

Se você busca um cuidado transparente, uma escuta atenta e um acompanhamento de verdade para transformar a sua saúde, eu posso caminhar ao seu lado. Agende a sua avaliação com a Dra. Sabryna Lucena (CRM-DF 20912 / RQE 12481) e conheça o Programa Escolha Certa. Você não precisa percorrer esse caminho sozinha, e o cuidado certo faz toda a diferença.

Dra. Sabryna Lucena

Especialista em tratamento dos distúrbios de tireoide, diabetes, obesidade, adrenais, hipófise, colesterol, vitaminas e osso.

Localização:

SGAS 915 Centro Clínico Advance 1, Sala 340

Horário de atendimento:

Segunda à sexta: 8h às 17h30.

© 2026 Todos os direitos reservados à Dra. Sabryna Lucena.

Política de privacidade