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Dra. Sabryna Lucena Endocrinologista; endocrinologista em Brasília; Programa Escolha Certa; tratamento para obesidade baseado em evidências; emagrecimento saudável com acompanhamento; tratamento para menopausa e climatério; ajuste hormonal mulheres 40+; endocrinologista para tratamento de tireóide; reversão de gordura no fígado (esteatose); controle de pré-diabetes e colesterol; síndrome dos ovários policísticos - SOP; médica especialista em metabolismo; bioimpedância consulta Brasília; tratamento ético para perda de peso; equipe multidisciplinar para emagrecimento; acompanhamento médico para obesidade crônica;tratamento para menopausa

Tratamento para Menopausa e Climatério: Especialista em Brasília

Você já percebeu que a dificuldade em manter o peso, a energia e a estabilidade emocional muitas vezes não está apenas nas suas escolhas alimentares, mas na complexa teia de mudanças que o seu corpo enfrenta após os 40 anos? O reganho de peso, as oscilações de humor e o cansaço constante frustram milhares de mulheres porque tentam resolver uma transição metabólica profunda com soluções superficiais e restritivas. O tratamento para menopausa não se resume a silenciar os fogachos; trata-se de uma reestruturação completa da sua qualidade de vida. Eu sou a Dra. Sabryna Lucena, médica endocrinologista atuante em Brasília, e compreendo profundamente o desgaste físico e mental que essa fase pode trazer.

Como médica especialista em metabolismo e nutrologia, atendo diariamente mulheres que chegam ao meu consultório exaustas. Elas relatam que “o corpo já não responde como antes”, que a dieta de anos atrás deixou de funcionar e que o ganho de gordura abdominal parece inevitável. Muitas sentem-se culpadas, como se estivessem falhando. Quero tranquilizá-la: a culpa não é sua. O envelhecimento ovariano altera drasticamente a forma como o seu corpo processa a energia, armazena gordura e regula o bem-estar. No entanto, o fato de ser um processo natural não significa que você precise sofrer com os sintomas. Existe um caminho seguro, ético e fundamentado na ciência para resgatar a sua vitalidade.

A consulta isolada é apenas a porta de entrada para uma jornada de transformação. Meu objetivo não é prescrever uma “fórmula mágica” ou tratamentos sem validação científica, mas sim caminhar ao seu lado. Através de um acompanhamento contínuo, que integra os pilares comportamental, emocional e medicamentoso, ofereço um cuidado integral. Eu mostro o caminho e forneço as ferramentas médicas mais seguras disponíveis, mas é você quem o percorre. Se você busca um endocrinologista em Brasília que realmente escuta as suas queixas e divide a responsabilidade do tratamento, convido-a a entender, nas próximas linhas, como a medicina baseada em evidências pode revolucionar a sua transição para a maturidade.

Qual a diferença entre menopausa e climatério?

É muito comum que as pacientes cheguem ao consultório em Brasília confusas em relação às nomenclaturas. Frequentemente, ouço a frase: “Dra., acho que estou entrando na menopausa”. Na verdade, a menopausa é um marco temporal específico, não um período longo. Ela é definida retroativamente como o momento em que a mulher completa exatos doze meses consecutivos sem menstruar, marcando o fim definitivo da sua fase reprodutiva e o esgotamento dos folículos ovarianos. A idade média para que isso ocorra no Brasil gira em torno dos 50 a 51 anos.

O climatério, por outro lado, é toda a fase de transição. É a jornada que abrange os anos anteriores à menopausa (a perimenopausa) e os anos que se seguem (a pós-menopausa). O climatério pode começar muito antes da última menstruação, frequentemente a partir dos 40 ou 45 anos, quando os ovários iniciam um processo de falência gradual. É justamente nessa janela de transição que as maiores oscilações hormonais ocorrem e os sintomas mais incômodos começam a surgir, impactando silenciosa e progressivamente a rotina da mulher.

Durante o climatério, os níveis de estrogênio e progesterona deixam de seguir um ritmo previsível e passam a flutuar de maneira caótica. É essa montanha-russa hormonal que desencadeia a cascata de sintomas físicos e emocionais que afetam diretamente a qualidade de vida. Como médica, considero o climatério uma “janela de oportunidade” crucial. Intervir neste momento com um ajuste hormonal para mulheres 40+, focado em prevenção e cuidado, é a chave para evitar complicações metabólicas graves no futuro, como o infarto, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e a perda de massa óssea.

O acompanhamento médico precoce permite que a mulher atravesse essa ponte com muito mais tranquilidade. Não precisamos aguardar a falência ovariana completa e a interrupção total das menstruações para iniciar um plano de cuidado. Ao identificar os primeiros sinais de declínio hormonal, atuamos rapidamente para proteger o cérebro, os ossos, o coração e, sobretudo, a saúde mental da paciente, proporcionando um envelhecimento ativo, saudável e com autonomia.

Quais são os primeiros sintomas do climatério e como eles afetam o corpo?

A transição não costuma ser silenciosa para a grande maioria das mulheres. Os sintomas variam em intensidade e duração, sendo profundamente influenciados pelo estilo de vida, genética e histórico médico. O sintoma mais emblemático e temido são os fogachos (ondas de calor). O estrogênio atua no hipotálamo, a região do cérebro responsável por regular a temperatura corporal. Quando os níveis hormonais caem, o hipotálamo perde o seu “termostato”, interpretando erroneamente que o corpo está superaquecido e desencadeando suores intensos e calafrios compensatórios.

Contudo, a minha vivência no consultório da Dra. Sabryna Lucena mostra que as ondas de calor são apenas a ponta do iceberg. Um dos impactos mais devastadores do climatério ocorre na qualidade do sono. A insônia, muitas vezes provocada por suores noturnos, fragmenta o descanso. Um sono de má qualidade eleva os níveis de cortisol (o hormônio do estresse) e desregula os hormônios da fome e da saciedade (grelina e leptina). O resultado é uma paciente exausta no dia seguinte, com alterações de humor severas, irritabilidade e uma compulsão quase incontrolável por carboidratos e doces em busca de energia rápida.

Do ponto de vista cognitivo, a queda do estrogênio também promove o que chamamos de “brain fog” ou névoa mental. Muitas mulheres maduras queixam-se de esquecimentos frequentes, dificuldade de concentração e lentidão de raciocínio. Não raro, essas queixas são confundidas com quadros iniciais de demência ou tratadas isoladamente com antidepressivos, sem que a raiz do problema – a deficiência hormonal – seja adequadamente investigada e corrigida.

Além disso, o trato geniturinário sofre alterações profundas. A atrofia vaginal, caracterizada por ressecamento, coceira, dor durante a relação sexual (dispareunia) e aumento na frequência de infecções urinárias, prejudica imensamente a intimidade e a autoestima feminina. Todas essas esferas – física, neurológica e emocional – comprovam que a queda estrogênica exige uma escuta médica atenta, humanizada e capaz de conectar os pontos, em vez de fragmentar o tratamento prescrevendo um remédio para cada sintoma isolado.

Por que o peso aumenta tão rapidamente após os 40 anos?

Representando cerca de 80% dos atendimentos no meu consultório em Brasília, a queixa de ganho de peso, especialmente na região abdominal, é a principal angústia da mulher no climatério. Para compreender esse fenômeno, é preciso olhar para o corpo através da lente da medicina especializada em metabolismo. O aumento de peso não ocorre porque você subitamente perdeu a força de vontade ou tornou-se negligente; ele é fruto de uma orquestração fisiológica complexa que conspira a favor do acúmulo de energia.

Primeiramente, há uma mudança drástica na composição corporal mediada pela idade e pela queda hormonal. A mulher perde massa muscular de forma acelerada, um processo denominado sarcopenia. Como o músculo é o tecido mais metabolicamente ativo do nosso corpo – ou seja, o que mais queima calorias em repouso –, a sua perda provoca uma lentidão significativa na taxa metabólica basal. A conta deixa de fechar: a paciente continua ingerindo a mesma quantidade de alimento, mas o seu corpo gasta muito menos energia para se manter vivo. O excedente é rapidamente armazenado sob a forma de gordura.

Além da perda muscular, a queda do estrogênio altera a distribuição topográfica dessa gordura. Durante a fase reprodutiva, a gordura tende a se acumular nas coxas e nos quadris (distribuição ginoide ou em formato de pera). No climatério, o padrão passa a ser androide (formato de maçã), com a gordura se depositando predominantemente no abdômen e entre os órgãos internos. Essa gordura visceral é extremamente inflamatória e atua como um verdadeiro órgão endócrino doente, liberando substâncias que promovem a resistência à insulina.

A resistência à insulina é o grande vilão por trás da dificuldade extrema de emagrecimento saudável com acompanhamento. O pâncreas passa a produzir cada vez mais insulina para tentar colocar a glicose dentro das células. Níveis cronicamente altos de insulina bloqueiam a via de queima de gordura (lipólise) e estimulam o armazenamento (lipogênese). Forma-se um ciclo vicioso: mais gordura visceral gera mais resistência à insulina, que por sua vez promove mais acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática) e aumenta o risco de desenvolvimento do diabetes tipo 2.

Tratar a obesidade nesta fase exige muito mais do que a simples recomendação “coma menos e exercite-se mais”. Trata-se do acompanhamento médico para obesidade crônica. Precisamos intervir na base metabólica, reduzindo a resistência à insulina, ajustando a inflamação de baixo grau e controlando o apetite através de medicações modernas, éticas e aprovadas pelos órgãos de saúde, sempre associadas a mudanças comportamentais sólidas e sustentáveis.

A importância da bioimpedância na consulta em Brasília

Para estruturar um tratamento eficaz, eu não posso me basear apenas no peso aferido na balança convencional ou no Índice de Massa Corporal (IMC). O peso bruto é uma métrica cega; ele não distingue se os quilogramas da paciente são compostos por músculos, água, massa óssea ou gordura. É por isso que, na minha prática clínica, o uso do exame de bioimpedância de alta tecnologia é uma etapa inegociável da consulta médica.

A bioimpedância consulta Brasília que realizo em consultório permite um “raio-X” detalhado do seu metabolismo. Através de uma corrente elétrica imperceptível, o equipamento mapeia a composição do seu corpo. Conseguimos quantificar exatamente quantos quilos de massa muscular esquelética você possui e em quais membros eles estão distribuídos. Identificamos o percentual exato de gordura corporal e, o mais importante na avaliação do risco cardiovascular, mensuramos a área de gordura visceral, aquela que circunda os órgãos vitais.

Com esses dados em mãos, consigo explicar de forma didática e clara o raciocínio clínico por trás da prescrição. Por exemplo, se a bioimpedância revelar que a sua massa muscular está criticamente baixa, o foco inicial da nossa estratégia nutricional e esportiva deverá ser a hipertrofia e o aporte proteico adequado, antes mesmo de pensar em déficits calóricos agressivos. Uma dieta restritiva sem orientação causaria ainda mais perda muscular, piorando o seu metabolismo e garantindo o reganho de peso (o temido efeito sanfona).

Além disso, o exame de bioimpedância é uma ferramenta excepcional de motivação. Muitas vezes, a paciente retorna para a reavaliação frustrada porque o peso na balança não mudou. Ao analisarmos o relatório da bioimpedância, revelamos que ela perdeu 2 kg de gordura e ganhou 2 kg de massa muscular. O peso permaneceu o mesmo, mas a saúde, a composição corporal e o metabolismo melhoraram substancialmente. Esse nível de clareza e transparência fortalece o vínculo de confiança entre médica e paciente.

Como é feito o ajuste hormonal para mulheres 40+ de forma segura e ética?

O ajuste hormonal para mulheres 40+ é um pilar fundamental no resgate da qualidade de vida, desde que realizado com base em evidências científicas e extrema ética médica. Como endocrinologista, minha premissa é clara: o tratamento deve proteger a paciente, aliviar os sintomas e melhorar o perfil metabólico, utilizando exclusivamente hormônios idênticos aos que o corpo produzia, através de vias de administração seguras. Não existe espaço na minha conduta para “fórmulas secretas”, implantes hormonais sem aprovação (os populares “chips da beleza”) ou promessas de rejuvenescimento irreal.

A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) não é recomendada para todas as mulheres de forma indiscriminada. É necessário avaliar criteriosamente as indicações e contraindicações individuais. O tratamento é altamente benéfico para pacientes que sofrem com fogachos intensos, secura vaginal, alterações de humor e perda de massa óssea, desde que iniciada preferencialmente dentro da “janela de oportunidade” – que corresponde aos primeiros 10 anos após o início da menopausa ou antes dos 60 anos de idade.

A segurança do tratamento reside na escolha da via e do tipo de hormônio. A ciência atual, endossada pelas maiores sociedades de endocrinologia do mundo, demonstra que o uso do estrogênio pela via transdérmica (em forma de gel ou adesivo absorvido pela pele) é muito mais seguro do que a via oral, pois não sobrecarrega o fígado e não aumenta o risco de trombose. Quando a paciente possui útero, é obrigatória a associação com a progesterona natural micronizada para proteger o endométrio contra espessamentos anormais.

Reforço que minhas prescrições são pautadas estritamente na ética. Eu recomendo apenas medicamentos aprovados pelas agências reguladoras (como a ANVISA), comprados em farmácias comuns, onde você sabe exatamente a composição, a dose e a procedência do que está utilizando. Não mantenho qualquer parceria comercial com farmácias de manipulação ou laboratórios. Meu único compromisso é com a sua saúde e com a minha integridade como médica e especialista. O tratamento ético para perda de peso e para o climatério exige essa transparência inegociável.

Avaliando outras disfunções: Tireoide e Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP)

O corpo humano não atua em compartimentos isolados. Muitas vezes, os sintomas da menopausa mascaram ou agravam outras doenças endócrinas que exigem controle rigoroso. A busca por um endocrinologista para tratamento de tireóide é frequente nessa fase, pois o hipotireoidismo tem uma prevalência elevada em mulheres maduras. Uma tireoide hipoativa também lentifica o metabolismo, causa fadiga, ganho de peso, ressecamento da pele e queda de cabelo, confundindo-se frequentemente com os sinais da deficiência estrogênica.

É dever do endocrinologista investigar cuidadosamente essa sobreposição de sintomas através de exames laboratoriais precisos e exame físico detalhado. Se identificarmos um distúrbio tireoidiano, a reposição do hormônio tireoidiano (levotiroxina) deve ser meticulosamente ajustada. Uma tireoide desregulada impossibilita o emagrecimento e compromete o funcionamento de todo o sistema cardiovascular, além de potencializar o aumento do colesterol.

Outro ponto de atenção recai sobre mulheres que conviveram a vida toda com a síndrome dos ovários policísticos – SOP. Embora a menopausa marque o fim da atividade ovariana, o perfil de resistência à insulina e a predisposição ao ganho de peso visceral inerentes à SOP não desaparecem com a idade. Pelo contrário, sem a proteção dos estrogênios, o risco cardiovascular dessas pacientes aumenta exponencialmente. Por isso, a abordagem deve ser direcionada não apenas ao alívio dos calores, mas à mitigação do risco de infarto e ao controle de pré-diabetes e colesterol.

Toda avaliação endócrina na maturidade deve incluir o rastreio da saúde hepática. A deficiência hormonal e o acúmulo de gordura abdominal levam frequentemente à esteatose hepática não alcoólica. A reversão de gordura no fígado (esteatose) é totalmente possível e imperativa. Ela exige uma intervenção dietética anti-inflamatória, perda de peso sustentada (de 7% a 10% do peso corporal já promove grandes melhorias no fígado) e, quando necessário, o uso de medicações que melhorem a sensibilidade à insulina e auxiliem no processo de emagrecimento.

O papel da equipe multidisciplinar para emagrecimento e mudança de hábitos

Eu conheço a frustração de tentar implementar novos hábitos sozinha no meio do caos diário. Muitas das minhas pacientes em Brasília sabem o que precisam comer e sabem que precisam treinar, mas o aspecto comportamental e emocional bloqueia a execução. O estresse, a ansiedade e a sobrecarga de demandas familiares e profissionais transformam a comida em uma válvula de escape reconfortante. Como tratar a obesidade e as oscilações da menopausa apenas com uma receita médica, se a dor da paciente reside na sua rotina?

É exatamente por compreender que a obesidade é multifatorial que eu afirmo: a consulta endócrina é essencial, mas não é suficiente. Nós precisamos atuar simultaneamente no pilar emocional e comportamental. Por isso, idealizei programas de acompanhamento contínuo que abraçam a paciente e fornecem todo o suporte necessário para que a mudança de estilo de vida seja real, indolor e definitiva.

Não ofereço promessas de perda de peso rápida. Eu ofereço o caminho para a saúde de longo prazo. A mudança de estilo de vida atrelada à medicina ética exige tempo, repetição e escuta ativa. É por isso que, na minha metodologia, o acolhimento não termina quando você sai pela porta do consultório. Mantenho alta disponibilidade para os pacientes, oferecendo suporte contínuo via WhatsApp para solucionar dúvidas cotidianas e realizar ajustes rápidos na conduta, evitando que você desanime ou abandone o tratamento por falta de amparo.

Conheça o Programa Escolha Certa e o Programa Fidelidade

Para consolidar esse suporte integral, estruturei no meu consultório metodologias de acompanhamento que convertem o desejo de mudança em resultados palpáveis. O Programa Escolha Certa é o ápice do tratamento para obesidade baseado em evidências. Ele é destinado a indivíduos que precisam de suporte multidisciplinar para mudar de vida, compreendendo que a jornada do emagrecimento envolve múltiplas frentes de batalha.

No Programa Escolha Certa, nós caminhamos ao seu lado durante quatro meses. Você não terá apenas a minha supervisão médica para o ajuste medicamentoso, solicitação de exames e análise da bioimpedância. Você contará com uma equipe multidisciplinar para emagrecimento de excelência, composta por nutricionista, psicóloga e educadora física. A nutricionista adequará o plano alimentar à sua realidade metabólica (sem dietas mirabolantes); a psicóloga trabalhará as crenças limitantes, a relação emocional com a comida e a regulação da ansiedade; a educadora física estruturará estratégias de movimento que preservem a sua massa muscular e articulações.

Já o Programa Fidelidade é voltado para aquelas pacientes que, após a fase intensiva de perda de peso ou ajuste hormonal, compreendem a necessidade do acompanhamento crônico. A obesidade é uma doença crônica, progressiva e recidivante. Não existe “alta médica” definitiva para a obesidade, assim como não existe para a hipertensão. O Programa Fidelidade garante consultas regulares, reavaliações de bioimpedância e a manutenção das prescrições a um custo-benefício que valoriza o engajamento a longo prazo do paciente, mantendo o elo de confiança com a Dra. Sabryna Lucena.

Por que confiar neste conteúdo?

A internet está repleta de desinformação, promessas irreais e terapias sem validação, especialmente quando o assunto envolve metabolismo e emagrecimento. Para garantir a sua segurança e o embasamento do tratamento, ressalto que a minha prática médica é pautada na ciência de ponta.

  • Este artigo foi redigido com base nas diretrizes clínicas da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Endocrine Society.
  • As abordagens sobre controle metabólico e perda de peso seguem rigorosamente os protocolos da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (ABESO).
  • Os conceitos de nutrição médica e saúde integral derivam da minha formação e das normativas da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).
  • Todo o conteúdo foi elaborado, revisado e assinado por mim, Dra. Sabryna Lucena (CRM-DF 20912 | RQE 12481), endocrinologista titulada, garantindo que as informações respeitem os princípios da ética médica, sem viés comercial e focadas na medicina baseada em evidências.

Perguntas Frequentes (FAQ) sobre Menopausa e Climatério

1. Posso fazer reposição hormonal apenas para perder peso?

Não. A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) não é um tratamento indicado especificamente para a perda de peso. Embora o estrogênio melhore a distribuição da gordura corporal e previna o acúmulo de gordura visceral, a medicação não age como um emagrecedor. O tratamento ético para perda de peso na menopausa envolve medicações específicas para a obesidade, associadas ao ajuste do estilo de vida, além da reposição hormonal para tratar os sintomas climatéricos e prevenir doenças cardiovasculares.

2. Hormônios bioidênticos são mais seguros? Posso manipulá-los?

O termo “bioidêntico” refere-se à estrutura molecular do hormônio, que é igual à produzida pelo ovário (como o estradiol e a progesterona micronizada). Eles são altamente recomendados. No entanto, o termo foi sequestrado pelo marketing para vender compostos manipulados e implantes. As sociedades médicas, incluindo a SBEM, contraindicam hormônios manipulados em fórmulas não padronizadas, pois não há garantia de absorção, eficácia e segurança. Prescrevo hormônios bioidênticos, mas exclusivamente aqueles aprovados pela ANVISA e comercializados em farmácias regulares.

3. Mulheres com histórico de câncer de mama podem usar hormônios?

Na grande maioria dos casos, a Terapia de Reposição Hormonal sistêmica (com estrogênio e progesterona em gel, adesivo ou comprimido) é contraindicada para mulheres que tiveram câncer de mama ou possuem lesões precursoras de alto risco. No entanto, não deixamos essa paciente sem auxílio. Existem diversas opções de tratamento não hormonal para controlar os fogachos e a perda óssea, além de tratamentos tópicos (vaginais) com absorção sistêmica mínima que podem, sob avaliação rigorosa do oncologista, aliviar a atrofia geniturinária.

4. Até que idade posso iniciar a reposição hormonal?

A ciência nos ensina sobre a “janela de oportunidade”. O ideal é iniciar a terapia logo nos primeiros sintomas do climatério ou até 10 anos após a data da menopausa, contanto que a mulher tenha menos de 60 anos de idade. Iniciar o estrogênio sistêmico após os 60 anos ou após mais de uma década da última menstruação aumenta o risco de eventos cardiovasculares (como infarto e AVC), pois os vasos sanguíneos já podem apresentar placas de aterosclerose consolidadas.

5. Quais exames a endocrinologista pede na primeira consulta?

O rastreio é amplo e detalhado. Avalio a função tireoidiana (TSH, T4 livre), o perfil glicêmico e de insulina (glicemia de jejum, hemoglobina glicada, insulina basal) para identificar pré-diabetes, o painel lipídico completo, marcadores de função hepática e renal, vitaminas (como a vitamina D e a B12) e os hormônios reprodutivos (FSH, estradiol, testosterona, prolactina). Além disso, exames de imagem, como densitometria óssea, ultrassonografia pélvica e mamografia, são essenciais para autorizar o início do tratamento.

6. Como a bioimpedância ajuda na transição para a menopausa?

A bioimpedância avalia exatamente o que a balança esconde: a qualidade do seu peso. Na menopausa, a mulher perde massa magra (músculo) e ganha massa gorda (principalmente gordura visceral). O exame nos permite medir com exatidão a quantidade de músculo e o grau de risco metabólico pela gordura acumulada ao redor dos órgãos, direcionando o tratamento nutricional e o treino de força de forma milimétrica e personalizada.

Dê o primeiro passo para resgatar a sua saúde e vitalidade

Compreender que o seu corpo mudou é o primeiro passo para aceitar que as estratégias do passado já não funcionam. O climatério não precisa ser sinônimo de declínio, ganho de peso inevitável e sofrimento silencioso. Como você pôde perceber, a complexidade dessa transição exige um olhar clínico meticuloso, ancorado na ciência, que vá muito além de prescrever uma receita em dez minutos. O acompanhamento contínuo que estrutura o equilíbrio do metabolismo feminino é um trabalho artesanal, feito com escuta atenta, empatia e extrema ética médica.

Através da minha atuação em consultório particular, dedico tempo para analisar o seu histórico, mapear a sua composição corporal através da bioimpedância e traçar um plano estruturado nos pilares emocional, comportamental e medicamentoso. O Programa Escolha Certa e o Programa Fidelidade foram criados justamente para garantir que você jamais caminhe sozinha no processo de reversão das disfunções metabólicas e na reestruturação dos seus hábitos de vida.

Se você busca um tratamento integral, seguro e transparente, sem espaço para invenções estéticas ou parcerias comerciais duvidosas, agende sua avaliação. Juntas, vamos ajustar o seu metabolismo, devolver a sua disposição e construir um envelhecimento ativo e com profunda qualidade de vida. Agende a sua consulta com a Dra. Sabryna Lucena – CRM-DF 20912 / RQE 12481 e inicie a sua transformação apoiada na melhor medicina de Brasília.

Dra. Sabryna Lucena

Especialista em tratamento dos distúrbios de tireoide, diabetes, obesidade, adrenais, hipófise, colesterol, vitaminas e osso.

Localização:

SGAS 915 Centro Clínico Advance 1, Sala 340

Horário de atendimento:

Segunda à sexta: 8h às 17h30.

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